sexta-feira, 21 de junho de 2013

Olá, colegas. Em uma de minhas aulas, introduzi, um pouco da pedagogia de Márcia O. Cruz, quando ela diz:"Ensinar mostrando uma estrutura maior". Usar a metáfora como fórmula,provoca uma maior capacidade de abstração no aluno.
Em minhas aulas sempre procurei colocar um eixo central, de tal forma que interagissem com outras disciplinas, usando inclusive música e/ou algum tipo de histórias, o que percebi estar utilizando,talves de forma fragmentada , a teoria de Márcia O. Cruz, o que achei importante e acrescentou o brilho em minhas exposições.A profundidade com que ela explicou , nas aulas presenciais que assisti forneceram-me subsídios suficientes para usá-las na prática de aula.
Usei, então, em uma de minhas aulas ,algumas metáforas da música de Tom Jobim "Aula de Matemática".
-Pra que dividir sem raciocinar.
-Quando dois meios se encontram desaparece a fração
e se achamos a unidade
Está resolvida a questão.
Utilizei essas metáforas, resolvendo então soma de frações, assim como, transformação de fração em número decimal resultando uma unidade,regra de sinais e ao mesmo tempo raciocinando de uma forma mais interativa com o português, o significado dessa metáfora entre duas almas gêmes que se encontram.
Gostei do tema. Ajuda muito.

domingo, 16 de junho de 2013

Nem nú,nem vestido,nem montado,nem a pé...rs.Luiz C Cáceres.

                                                                                           Cáceres, Luiz Carlos-Vot.12-06-2013
Homenagem póstuma a Minha mãe Maria Deusa Cáceres *1925-2005.
Todos conhecem  algumas histórias de Pedro Malasartes. Esta história é uma homenagem póstuma à Maria Deusa Caceres (minha mãe *1925 a 2005) que nos  criou,dez filhos, dos quais oito formados em curso superior graças ao incentivo à leituras e a curiosidade de novas descobertas, causadas pelas suas histórias, que nos levou  a associar e interagir nas interpretações de textos em diversas  áreas de conhecimentos, fornecendo-nos muita felicidade e ensino  através destas histórias divertidas,românticas,épicas e até fantasiosas,  que  cotidianamente nos contava , permanecendo em nossas mentes até o dia de hoje.
- Um jovem muito inteligente e bastante criativo, nascido e criado na época em que Portugal ainda era reinado antes de 1820, pois em 1820 Portugal se tornou governo democrático,  noivo de sua amada Deolinda, pela qual nutria um imensurável amor.  Em certa ocasião, esta foi presa pelos seus inimigos, os soldados do rei, e ameaçada de morte, queimada em uma fogueira, afim de que Pedro Malasartes se entregasse, pois era procurado pelas muitas malandragens que costumeiramente fazia ao rei.  Foi então decretado pelo rei, que Deolinda somente seria liberta e as condenações de Pedro Malasartes seriam perdoadas, se este se apresentasse ao rei no dia, com este enigma solucionado:
Tinha que comparecer na presença do rei da seguinte forma: “nem nu, nem vestido, nem montado, nem a pé”.
Qual não foi o espanto de toda cidade quando na esquina da rua avistaram, Pedro que conhecido pela sua inteligência e criatividade, apareceu cavalgando um porco, onde seus pés, caminhavam tocando o  chão e vestido somente com um roupão de nylon totalmente transparente.O espanto foi geral...”hóooo!!! “...,pois todos que assistiam aquela cena, perceberam claramente, que Pedro Malasartes havia conseguido um meio de  resolver o enigma do rei.
 Indignado pela inteligência do malandro Pedro, o rei lançou outro desafio: Colocou duas crianças à frente de Pedro e disse. Qual é a idade da menina?
 e do menino?. Terás que responder num tempo máximo de 05 minutos. Desesperado pelo tão curto tempo,Pedro solicitou ajuda à uns alunos de 9º ano de uma escola ali perto, para que resolvessem, o enígma da idade da menina,pois,a idade do menino ele resolveria,utilizando-se de uma fórmula que ja tinha ouvido falar"Báskara".
Agora,meus alunos, mãos a obra, vamos fazer com que Pedro Malazartes e sua amada,sejam felizes para sempre.
(1)  2 x² - 2 x - 12 = 0 ; (2) 3 x² = 63 – 12x=> 3 x² +12x - 63 = 0
(2)   Resposta: (1)(3 e -2)= 3 anos. Resposta (2)(3 e -7)= 3 anos. Descartamos a resposta negativa, pois, não existe idade negativa.    
Plano de aula grupo 2

Plano de aula: 9º ano.
Resoluções de equação do 2º grau
*Tempo de aula: 02 aulas de 50 minutos.
*Objetivo:
Resolver situações problemas do cotidiano, assim com, preparar os alunos para continuidade dos estudos, incentivando o ensino aprendizagem, através de narrativas, leitura e interpretação de textos, envolvendo a matemática da equação do 2º grau.
*Mapa de percurso de aprendizagem:
As quatro operações básicas da matemática;
Operações com frações;
Operações com potências;
Operações inversas;
Regras de sinais;
Raiz quadrada.
Equação do 2º grau completa e incompleta.
*Estratégia:
O professor fará a narrativa de uma história;
Onde constarão duas situações desafio, de resolução de equação;
O professor resolverá um exercício;
Os alunos interpretarão a história e resolverão o outro desafio.
*Metodologia:
Narrativas de histórias;
Aula expositiva e dialógica;
Informática.
*Avaliação:
Contínua e cumulativa, observando os avanços, participações e atitudes.



domingo, 9 de junho de 2013

Desafio Matemático!

Desafio Matemático: Quem chegou primeiro????



Cinco amigos saíram da sala de aula, a correr, para irem almoçar ao refeitório da escola.
· O Osvaldo chegou depois do Rui.
· O Carlos e o Aníbal chegaram ao mesmo tempo.
· O Daniel chegou antes do Rui.
· O primeiro dos amigos chegou sozinho.

Quem chegou primeiro ao refeitório?

Por Fábia C. Lunetta

tudo começou

 Tudo começou desde pequena ter incentivo pela leitura, meus avós paterno, sempre me davam livros, no início eram livros apenas com imagem, onde o objetivo era a criança (eu) inventar, criar uma história. Logo depois veio as histórias Pinóquio, Branca de Neve, Os três porquinhos, Chapeuzinho Vermelho... Quando entrei no ensino fundamental, o professor selecionava 4 títulos de livros por ano, 1 por bimestre, nem sempre gostava dos livros mas tinha a obrigação de ler, fazer a tal famosa ficha de leitura e a prova escrita,
ou oral.  incrível.

Fábia C. Lunetta

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Luiz C Caceres
 
Olá Tiago. Li seu blog.
Achei legal sua postagem sobre o primeiro amor na adolescênci...rs,também aconteceu comigo.
Fiz uma poesia para ela que achei linda...rs,não passava de um plágio kkkk.até mais

quarta-feira, 5 de junho de 2013

MINHA INFÂNCIA E A LEITURA

 Cristiane Copertino Wincler
 Minha infância foi marcada pela leitura, comecei com gibis e histórias de faroeste, que meu pai comprava. Depois fui para os contos de fadas, irmãos Grim.  Me sentia a própria Cinderela, solitária e infeliz a espera de seu príncipe.  Hoje eu adoro todos os tipos de leitura, sempre leio as bulas dos remédios, toda informação é necessária. Gosto muito de literatura e ficção científica. Meus livros preferidos são de histórias de vampiro.

terça-feira, 4 de junho de 2013

OBJETIVO DO NOSSO BLOG


Nosso blog é direcionado para estudos coletivos, que a partir dele nos membros do grupo dois (2) com a ajuda da nossa tutora Sara, podemos descobrir maneiras e as formas de atuação em sala de aula, que propiciem os alunos atividades mais atraentes em beneficio da sua formação, por outro lado, fazendo com que nos profissionais da educação revejamos e reflitamos sobre nossas práticas pedagógicas.
Dessa forma e com esse estudo contínuo, quem ganha são os alunos, com essas novas metodologias de aplicabilidade dos conteúdos didáticos, o uso dos recursos digitais em sala de aula se torna um desafio, onde nos professores muitas das vezes nos sentimos desconfortável perante os alunos, pois muito cedo eles iniciam o contato com o computador, então é natural que em alguns quesito da máquina eles tenham mais habilidades que nós, mas uma longa jornada se começa com os primeiros passos, quando saímos da sala de aula que muitas vezes conta apenas com o giz e a lousa, e vamos para o computador já temos inicialmente o recurso da imagem e do movimento, isto faz com que os alunos prestem mais atenção nas aulas e gravem melhor os conteúdos, melhorando significadamente seu aprendizado.

 

Que legal Luiz, os alunos adoram este tipo de literatura, pois faz com que os mesmos viagem em suas imaginações, tornando os conteúdos mais atraentes, despertando a curiosidade sobre os fenômenos, que parecem pouco atraentes quando é tratado apenas pelas fórmulas.
Luiz C. Caceres

Vejo a citação de algumas passagens bíblicas,em minhas aulas de física, que além de estimular a leitura, ela faz com que os alunos interajam e associem melhor alguns fenômesnos físicos com os teológicos. Isso sem contar com a mudança de comportamento que acaba acontendo entre eles.
Enquanto professor de física, em certa ocasião estimulado por diversas leituras, ajudei uma aluna defensora de tese teológica, escrevendo para ela algumas páginas, daquilo que posteriormente eu teria a intensão de continuar a escrever. O título era" Deus e a Ciência". A aluna recebeu seu diploma de mestre em teologia,sendo elogiada pelos professores,segundo ela me informou.Gosto de ensinar a física relecionando-a com algumas passagens bíblicas que ja tenha lido.Sei que preciso ler a mesma, ainda muito mais e até gostaria de interagir, afim de acrescentar meus conhecimentos, que sei que é mínimo sobre esta.
Luiz C. Cáceres.

Gosto de ler principalmente livros que envolvam ficção científica,que envolvam mistérios naturais que possam ser possíveis de acontecer, baseados em suposições e teorias científicas.
Percebo que histórias deste tipo também atraem a atenção dos alunos,então na medida do possível, somente duas aulas semanais,procuro envolvê-los em algumas destas histórias.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

        
Carine Cardoso de Almeida



     
Lembro-me que quando criança ganhei uma coleção de livros de historias infantis, “Branca de Neve”; “A Bela Adormecida”; “Chapeuzinho vermelho” e “João e Maria”. E como toda menina tinha muitas bonecas, onde elas faziam os personagens enquanto lia as histórias (fazia acontecer de “e”). Elas interpretavam a história, enriquecia. Imaginação boa. Coisa que hoje em dia não é muito aguçada.


Já na adolescência, na escola tínhamos que ler livros literários, como o do Machado de Assis, Eça de Queiroz, Aluízio Azevedo, Carlos Drummond de Andrade, Casimiro de Abreu entre outros que não recordo mais, mas confesso que não gosto muito desse gênero.

E hoje em dia leio bastantes artigos e livros da área da educação Matemática. Mas o que mais gosto são os livros dos autores Sidney Sheldon, Nicholas Sparks e Augusto Cury e a Bíblia que é o melhor de todos os livros, leio todos os dias, pois é o livro mais importante para a vida. É através da leitura que podemos oferecer aos nossos alunos que a vida pode ser mais fácil, mas prazerosa, que existem n maneiras que podemos realizar as coisas, não só na vida escolar, mas na vida pessoal e profissional, que é através dos conhecimentos e experiências dos outros que as coisas se tornam mais fáceis ou menos difíceis.

domingo, 2 de junho de 2013

Minha experiência leitora não foge muito do comum da sociedade, onde cada um se dedica as leituras que mais agradam, no meu caso sempre procura algo ligado ao esporte, especificamente o futebol, é claro na área profissional sempre estou atento às novidades que surgem e lendo muito para sempre estar atualizado com os conteúdos a serem ministrados, pois a profissão de professor exige esta prática. Em relação aos livros literários alguns me proporcionaram agradáveis momentos de leitura, como Feliz ano velho (Marcelo Rubens Paiva), O reverso da medalha (Sidney Sheldon) Capitães de areia do (Jorge Amado), eu sei que estou sendo injusto com outros livros que li, mas estes foram livros que recordo dos personagens e comento com os alunos, algumas passagens dos livros, em relação ao estimulo para leitura me considero um privilegiado, pois em minha adolescência foi no campo, onde os livros eram uma opção de lazer, na qual através dos livros fazia longas viagens junto com os personagens, hoje particularmente sinto dificuldade de estimular os alunos para leitura, talvez pelo excesso de recursos tecnológicos que estão disponíveis para os jovens os livros perderam um pouco o encanto.